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11/06/2012 Fórum setorial debate ações para desenvolvimento do setor

O que é possível fazer para melhorar o desempenho da indústria química e farmacêutica no estado?

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O que é possível fazer para melhorar o desempenho da indústria química e farmacêutica no estado? Esta pergunta norteou as discussões do Fórum Setorial da Indústria Química e Farmacêutica, evento realizado na Fiep no dia 16 de maio/12 em Curitiba.  
Participaram do evento as associadas do Sinqfar, Atsum Indústria e Comércio de Cosméticos Ltda, Laboratório Prado, Correa Chimical Industrial Ltda, AP Winner Ind. e Com. de Produtos Químicos Ltda e a Inquibra Ind. Quimica Brasileira Ltda.
A infraestrutura logística deficiente, a falta de apoio para inovação e a falta de agilidade da Anvisa foram apontados como principais entraves para o desenvolvimento do setor no Paraná.
Além de identificar os problemas pontuais que figuram como ´gargalos´ para o desenvolvimento no setor químico e farmacêutico – e que engloba a indústria de cosméticos e fertilizantes – o Fórum elencou soluções possíveis, apontando para ações da Fiep, do poder público e dos próprios empresários para resolver as demandas.
Para o presidente da Fiep, Edson Compagnolo, essa interlocução entre empresas e sindicatos é fundamental para nortear a atuação da federação e às bandeiras mais importantes a serem defendidas junto ao poder público municipal, estadual e federal.
Ação da Fiep- Os participantes do Fórum elencaram pontos que consideram estratégicos para o desenvolvimento do setor. De acordo com o coordenador dos fóruns da Fiep, João Arthur Mohr, as ações serão imediatas junto ao poder público e demais órgãos. Confira as principais diretrizes:
  • Melhoria da infraestrutura logística rodoviária, com ênfase nas dificuldades encontradas no Porto de Paranaguá.
  • Política de destinação de resíduos com mais indústrias trabalhando nesse setor e ampliação do saneamento básico.
  • Apoio do estado em disponibilizar linhas de financiamento para investimento e capital de giro com agilidade na liberação.
  • Simplificação e agilidade no registro de novos produtos pela Anvisa e uniformidade na interpretação da lei pela fiscalização.
  • O impacto negativo gerado nas Convenções Coletivas pelo salário mínimo regional, o maior do país.
  • Agilidade na abertura de empresas.
  • Cobrar ação do governo do estado na distribuição dos royaltes do pré-sal.
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